segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Vento


O vento leva as coisas mais terríveis para um infinito longínquo… sinto que já não sei viver sem esta brisa que me guia.
A felicidade e’ conquistada com um leve toque da brisa na face, que me faz ver sinais de uma vida já esquecida
Pode ser fugaz, pode ser esperança que se tornará em pó, mas aquela breve brisa aprofunda o meu conhecimento de mim mesma, faz-me provar o sabor da felicidade.
É com a leveza do ar que vou aprendendo a sentir, a entregar-me ao sabor de viver, a ser feliz.
É por isso que eu quero ser brisa, para que tudo me seja permitido, para que eu consiga, com uma carícia leve na face de alguém, mostrar a definição de felicidade.
É por isso que eu quero ser tempestade, para que, com a minha intempestividade, eu consiga mostrar qual o caminho, para que se dê mais valor à verdadeira felicidade.
É por isso que eu quero ser furacão, para que TODOS percebam que a verdadeira felicidade não se conquista com guerras.
E no fim dos tempos, quando já todo o meu trabalho de “espalhar
Felicidade” estivesse completo, passaria os dias no colo acolhedor de uma
nuvem, a observar como o mundo era belo.

1 comentário:

AF disse...

Sem dúvida um texto fabuloso.
Como tu és boniiiita x)